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Por Robert L. Reymond
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09 de maio de 2008 |
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O acróstico TULIP representa os assim chamados cinco pontos do Calvinismo, os quais são, em resu mo, como seguem:
Total Depravity (also known as Total Inability and Original Sin)
Unconditional Election
Limited Atonement (also known as Particular Atonement)
Irresistible Grace
Perseverance of the Saints (also known as Once Saved Always Saved)
EM PORTUGUÊS:
1. Depravação Total.
2. Eleição Incondicional.
3. Expiação Limitada.
4. Graça Irresistível.
5. Perseverança dos Santos.
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Por Do site Monergismo
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09 de maio de 2008 |
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Pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus Ef. 2.8
O Sínodo de Dort reuniu-se por autoridade dos Estados Gerais dos Países Baixos, em Dordrecht, Holanda, de 13/11/1618 a 9/5/1619. O Sínodo foi constituído de 35 pastores, um grupo de presbíteros das igrejas holandesas, 5 catedráticos de teologia dos Países Baixos, 18 deputados dos Estados Gerais e 27 estrangeiros, de diversos países da Europa, tais como Inglaterra, Alemanha, França e Suíça. Dort rejeitou os chamados "Cinco pontos do arminianismo". [34] Os Cânones de Dort foram aceitos por todas as igrejas reformadas como expressão correta do sistema calvinista.
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Por R. C. Sproul
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09 de maio de 2008 |
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O Sínodo de Dort não destruiu o movimento arminiano. Ele se espalhou por todo o continente e mais tarde para a América Colonial. Ele sobrevive até hoje e, atualmente, desfruta de uma forte restauração.
Em 1989, Clark H. Pinnock publicou The Grace of God, the Will of Man, um livro designado para defender o arminianismo.
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Por Ernest C. Reisinger
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09 de maio de 2008 |
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Nos últimos dois capítulos temos considerado o livre-arbítrio e o quádruplo estado do homem. Um breve sumário será útil a medida que continuarmos:
1. O homem, em seu estado de inocência, tinha liberdade e poder para desejar e fazer o que era bom e agradável a Deus; mas aquele estado era mutável, ou sujeito à mudança, de forma que o homem era capaz de cair dele.
2. O homem, por sua queda num estado de pecado, perdeu inteiramente a capacidade de desejar qualquer bem espiritual que acompanhe a salvação; portanto, como um homem natural, sendo totalmente adverso àquele bem, e morto em pecado, ele não é capaz, por sua própria força, de se converter e preparar para salvação.
3. Quando Deus converte um pecador, e o translada para o estado de graça, Ele o livra de sua escravidão natural ao pecado, e por Sua graça somente o capacita livremente a desejar e fazer o que é espiritualmente bom; todavia, em razão de sua corrupção remanescente, ele também desejar o que é mal.
4. A vontade de homem é feita perfeita e imutavelmente livre para fazer o bem somente no estado de glória somente. Qualquer estudo da vontade do homem é incompleto sem alguma explicação da diferença entre livre-arbítrio e livre agência. Estou usado a palavra livre significando “independente, soberana, autônoma”, isto é, “não sujeita ao governo ou controle de outro”.
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