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Por Ronaldo Lidório
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31 de maio de 2008 |
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Hebreus é um dos livros mais fascinantes de toda a Bíblia e nos conduz a crer que a missão da Igreja está fundamentada em Cristo. Este livro fortemente cristocêntrico apresenta Jesus logo no primeiro capítulo como O resplendor da glória, Herdeiro de todas as coisas, Sustentador do universo, Purificador de pecados, Majestoso e Superior aos anjos.
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Por Timóteo Carriker
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31 de maio de 2008 |
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Uma boa parte do texto é uma adaptação da reflexão bíblica que se encontra no capítulo nove do livro Missão Integral: Uma teologia bíblica, Ed. SEPAL, 1992, do mesmo autor.
Introdução
Recentemente as denominações presbiterianas no Brasil têm passado por uma conscientização missionária. Isto se torna evidente não só pela proliferação de conferências missionárias patrocinadas por igrejas locais, mas também pelos encontros, consultas e conferências nacionais promovidos pelos diversos órgãos da IPB, desde a sua Comissão Executiva do Supremo Concílio (em março deste ano) até as diversas juntas. Também se evidencia pelas consultas, ao longo dos últimos anos, da Igreja Presbiteriana Independente, a implantação recente dum curso de preparo e educação contínua para missionários da mesma denominação, e a inauguração neste ano do programa de pós-graduação em missiologia do Seminário Presbiteriano do Sul.
O estudo seguinte visa esboçar alguns princípios teológicos que possam orientar este interesse missionário crescente. Tanto os detalhes quanto a própria linha mestre desta reflexão precisam ser debatidos e modificados amplamente nas igrejas. Servem de trampolim para tal tarefa. As sugestões são derivadas de três fontes: uma reflexão bíblica, a tradição reformada, e as discussões de missiólogos contemporâneos. Idealmente os princípios propostos devem ser os mais patentes possíveis para servirem de orientação em todos os níveis da igreja. Aqui organizamos os princípios em três afirmações.
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Por R. B. Kuiper
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10 de maio de 2008 |
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Desde toda a eternidade Deus preordenou tudo o que acontece, incluindo o destino dos homens. A Bíblia chama de predestinação o decreto divino concernente a esse destino. O aspecto da predestinação mais saliente na Escritura é conhecido pelo nome de eleição. É ensinada em muitas passagens, como a de Efésios 1:4-6,11, que diz: "Assim como nos escolheu nele antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, por meio de Jesus Cristo, segundo o beneplácito de sua vontade, para louvor da glória de sua graça, pela qual nos fez agradáveis a si no Amado...Nele, digo, no qual fomos também feitos herança, predestinados segundo o propósito daquele que faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade".
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Por R. B. Kuiper
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09 de maio de 2008 |
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A Comunicação do Evangelho
Ultimamente veio à luz uma nova ciência - ou, mais precisamente, uma velha ciência recebeu novo nome. O que de há muito era denominado retórica, mais tarde oratória, e mais recentemente arte de falar em público, hoje em dia é intitulado comunicação. É a ciência da transmissão de mensagens, seja pela linguagem falada, seja pela linguagem escrita, seja pela ação.
Até que ponto pregadores evangelistas do porte de Wesley, Whitefield, Edwards, Spurgeon, Moody, Sunday e Walter A. Meyer conheciam a comunicação como ciência, é difícil dizer. Mas o certo é que eles dominavam esta arte. A mesma coisa se pode dizer do evangelista Billy Graham e de Peter H. Eldersveld, da "Back-to-God-Hour" (Hora da Volta para Deus) - programa de rádio da Igreja Cristã Reformada, nos E.U.A. Talvez a comunicação seja primariamente um dom, secundariamente uma arte, e num sentido mais remoto, uma ciência.
Ocasionalmente se ouvem elogios feitos ao apóstolo Paulo como um grande orador, e mesmo como o maior orador que a igreja cristã já teve. Há bom motivo para duvidar que ele fosse considerado assim nos seus dias.
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